Hoje é dia de mais uma blogagem coletiva lá do Moça de FamÃlia, da Dani Moreno. E o tema é sobre musicas que nos fazem chorar.
1 - On my own (Nikka Costa)
Quando era criança toda vez que ouvia essa música acabava chorando.
2 - Sapato Velho (Roupa Nova)
Essa música lembra uma amiga-irmã que faleceu, uma dia liga para min feliz e no outro recebi uma ligação avisando-me que não estava mais entre nós. Lembro que ficamos noite na republica onde dividÃamos o quarto ouvindo Roupa Nova, e essa música era predileta dela.
3 - Love by grace (Lara Fabian)
Não é por causa da cena triste em que o personagem Camila, da novela Laços de FamÃlia corta os cabelos e sim por causa da letra, que sempre leva-me a fazer uma reflexão da vida..
e por último, não é uma música que me faz (fazia) chorar por lembrar algo triste, mas sim por motivação. Hoje nem choro ao ouvi-la no comercial do canal History (também não tinha cabimento cada vinheta do comercial a lindinha, aqui, acabar em lágrimas)
Segundo o dicionário Aurélio da LÃngua Portuguesa, o vocábulo DOR significa sofrimento fÃsico ou moral; aflição; mágoa; dó. Clinicamente, na definição médica, é o mesmo que sensação desagradável, variável em intensidade e em extensão da localização, produzida pela estimulação de terminações nervosas especializadas em sua recepção.
Considerando ambas as definições, a verdade é que, o homem empenha-se para vencer o sofrimento, que se lhe apresenta com adversário cruel. Em todas as épocas, ele vem travando uma violenta batalha para eximir-se à dor, em contÃnuas tentativas infrutÃferas, nas quais exaure as forças, o ânimo e o equilÃbrio.
Passar incólume ao sofrimento é a grande meta que todos perseguem. Pelo menos, diminuir-lhes a intensidade ou acalmá-lo, de modo a poder fruir os prazeres da existência em incessantes variações.
Com efeito, o sofrimento, para muitos, tem sido considerado vingança ou castigo divino, portanto, credor de execração e ódio. A dor, porém, não é uma punição. Antes, revela-se um excelente mecanismo da vida a serviço da própria vida. Venha porém de onde venha, é inevitável a ocorrência do sofrimento na Terra.
A DOR apresenta um leque imenso de variações. Há dores de todos os tipos e de variada procedência conforme a própria definição esclarece. Dores morais geradoras de sofrimentos fÃsicos e sofrimentos fÃsicos patrocinadores de dores morais. Saudades, mágoas, decepções, inveja, ciúme, orgulho e vaidade feridos, são alguns exemplos de angústias morais dolorosas.
Mas existe alguma DOR que seja desejada? Existe sofrimento ambicionado? Há dores fÃsicas que causem contentamento moral? E do contrário, há dor moral que cause júbilo fisiológico? Não nos referimos ao Masoquismo patológico, mas à Plenitude Psicológica. E nessa aparente contradição, nesse mistério que envolve as mais estranhas emoções, encontramos um Universo diferente no qual a DOR é decodificada de forma a promover alegrias imensuráveis. Esse mundo a parte tem suas balizas no coração de mulher ao “rasgar” as partes pudentes, trazendo à luz um novo ser sob o olhar lacrimoso de Mãe!
Sim! Somente nós mães guardamos esse estranho poder de fazer desse momento doloroso um salto para Felicidade sem máculas. Estranho poder que desafia a Ciência mais profunda. Parece-nos que quanto maior a Dor de Mãe, maior a alegria em desfrutá-la.
Dor materna não se mensura, não se pondera, não se afere, não se define...Apenas sente-se! Nada pode ser escrito sobre a Dor de ser Mãe, pois seria o mesmo que se perder num labirinto de definições sem lograr alcançar a saÃda.
Talvez seja a única Dor que deseja-se como grande meta; a única que não se deseja diminuir-lhe a intensidade ou acalmá-la, de modo a poder fruir os prazeres que proporciona.
Mais uma vez estamos aqui para participar da blogagem coletiva quinzenal "Nossos Momentos", la do Recanto das Mamães Blogueiras.
Hoje vou falar do Carnaval.
Nossa folia começou com a bailinho na escola da Aninha, ela escolheu a fantasia de princesa.
Depois foi o dia do bailinho na escola de Serginho, ele escolheu a fantasia de cigano, e o pai também entrou no ritmo e improvisou uma de pirata.
Amo ir aos bailinhos deles. Principalmente porque o repertórios são as marchinhas de carnavais antigos, o que faz lembrar os meus carnavais de quando criança.
Uma boa semana para vocês.
Na minha adolescência conheci a Shakira, as musicas e o rebolado me encantou a primeira vista. O meu espanhol deu um salto incrÃvel com os cds dela, comecei a ate a ter aulas de dança do ventre, para imitar um pouco do seu gingado.
Mas não que Shakira hoje é mãe. Milan, seu filho e do jogardor Gerard Piqué nasceu no ultimo 23 de janeiro.
Bom nesse pequeno enredo da gestação aos dias atuais tiveram atitudes bonitas bonita , como o chá de bebe com doações para UNICEF ao episodio dela indo ao Estadio de Camp Nou, com filho em uma mochila canguro ( até ai tudo bem) e na saida pai Gerard Piqué assumiu o Canguru e levou o filho no bando da frente do carro.

A maioria de nós, quando menina adoravamos ver a nossa mãe se arrumando. Lembro que gostava muito de imaginar como seria, eu, adulta. Vestia as roupas e colocava os sapatos de minha mãe para ver como seria.
Mas o tempo passou e de meninas viramos mãe, e hoje nos supreendemos com nossas filhas calçando nossos sapatos ou pegando nosso estojo de maquiagem. A gente acaba sempre herdando alguma caracteristicas do estilo de nossas mães, porque mãe sempre é referencia, seja na maneira de vestir, no jeito de falar ou na maneira de comporta-se.
Porém assim que Suri Cruise ( filha de Tom Cruise e Katie Holmes) nasceu, surgiu uma tendencia da mãe vestir-se igual a filha. As vezes sem perceber acabo combinando alguma peça minha com a roupa de Aninha, mas não gosto muito. Acho lindo quando vejo nas revistas. Inclusives algumas lojas no Brasil lançaram coleções para as mamães que querem verti-se iguais.
Gosto quando vejo Aninha querendo imitar meu jeitos, ou vestir parecendo comigo. Mas acho importante ela querer isso, e não eu forçar a barra.








