Esse é o tema da Blogagem coletiva, do Café entre Amigos, dessa semana. Muitos colegas meus, devem estar esperando aparecer aqui cidades como nova York, Paris ou Milão. Por mais que esses lugares sejam encantadores, não estão na minha lista de lugares que quero conhecer antes de morrer. Na minha lista, contem lugares exóticos, históricos, e que vai valer a pena, esperar Aninha e Serginho ficarem maiores para viajarmos juntos.
Mas vamos lá, nos lugares que eu quero conhecer...
1 – Dinamarca
A vontade de conhecer esse lugar surgiu quando estava lendo Hamlet (Shakespeare), afinal quem não se lembra da famosa frase: “algo de podre acontece no reino da Dinamarca”. E quando estudei economia, ficou mais forte (fiz um trabalho sobre esse país). A Dinamarca possui um dos melhores IDH, segundo a ONU. Descobri que licença maternidade, lá dura um ano, e desemprego é quase nulo.
2- Stonehenge – Inglaterra
Fica na planície de Salisbury, no sul da Inglaterra. Um monumento histórico que sempre me fascinou. Dizem que é uma construção da Idade do Bronze, entre os anos de 2800 e 1100 A.C.. Acredita-se que o local servia para estudos para estudos astronômicos, mágicos ou religiosos. Sempre ficava me perguntando como aquelas pedras apareceram lá.
3 – Petra – Jordânia
Quando assisti ao filme, Indiana Jones e A Ultima Cruzada, fiquei deslumbrada com as cenas do local onde escolheram para refugio do Santo Graal. Petra, cidade situada no meio do deserto, entre o Mar Vermelho e o Mar Morto, no sul de Amã, tem como característica predominante o estilo arquitetônico helenístico (quem gosta de história vai entender que uma mistura do grego com oriental) e foi construída no meio de rochas vermelhas. Uma Maravilha.
4 – Muralhas da China
Quero apostar uma corridinha com meu marido lá rsrsrs... Outra maravilha que quero conhecer. Ela tão grande, que pode ser vista do espaço. Ela passa pelo Mar Amarelo, Deserto de Gobi e pela Mongólia. Foi construída para proteger o Império Chinês das invasões dos povos do Norte. As primeiras paredes, da Muralha, surgiram por volta de 221 A.C.
5 – Machu Pichu – Peru
A famosa cidade perdida dos Incas. Tenho vários colegas, que já visitaram esse local, e ficaram impressionados com o que viram. A maneira como vivia aquela sociedade, no meio das montanhas. Onde, construíram casas, templos e cemitérios, distribuídos de maneira organizada com ruas e aproveitando espaços com escadaria.
6- Taj Mahal – Índia
Esse lugar simboliza meu lado romântico. Quem nunca suspirou com a história de amor que envolve esse palácio!!! O Imperador mongol Shah Jahan, desolado com a morte de uma das suas esposa, Aryumand (de parto do 14º filho), chamada por ele de “Mumtaz Mahal” (joia do palácio), manda construir sobre seu tumulo, um enorme mausoléu. Que segundo ele, deveria abrigar o corpo de sua amada e ao mesmo tempo, simbolizar o amor do Imperador pela sua falecida esposa. O Taj Mahal fica em Agra, no Estado de Uttar Pradesh, as margens do Rio Ymura na Índia, e foi construído por volta de 1630 3 1652. Uma MARAVILHA!
7 – Paterswold Meer – Holanda
Para quem achava que na Holanda só tinha as Tulipas como atração turística na primavera, engana-se. Paterswold Meer é um lago que fica na cidade de Groningen, na Holanda. Durante o invejo o lago congela e vira uma pista de patinação enorme (Nossa ... fico até me imaginado patinando lá rsrs). A natureza é tão incrível, que nos proporciona belíssimos espetáculos, com o esse.
Muitos devem estar perguntando como descobrir essa Maravilha? Pois bem, quando assistia no Discovery Chanel uma serie de reportagens sobre férias no gelo. Na serie mostrou o Ice Hotel (Suécia), o Hôtel de Glace (Canada), o Lanio Snow Village (Finlândia), e o Sorrisniva Igllo Hotel (Noruega), todos hotéis de gelo. Mas o que me chamou atenção foi ver aquelas pessoas patinando no Paterswold Meer.
Como esse falatório, que o Mundo acabar em 12/12/12 é um “conto da carochinha”, fico eu esperando Aninha e Serginho crescerem, e virarmos uma família de Mochileiros por esse Mundão de Deus.
Fonte:
100 lugares para conhecer Antes de Morrer, da Patrícia Schultz, 1ª Edição 2006 Editora Sextante.
2º domingo de agosto, dia dos pais. Não tive tempo para preparar um texto bonito (estou com Aninha doente, uma virose. Sem tempo para quase nada). Mas vou deixar aqui, registrado, o meus parabéns para todos os pais. Em Especial, para Sergio, meu marido e pai dos meus filhos.
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| Pai 2ª vez 30/11/2010 |
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| Pai pela primeira vez 11/09/2007 |
Pai
Pai, pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos, pai e filho talvez
Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....
Pai, pode crer, eu tô bem eu vou indo, tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...
Pai, eu não faço questão de ser tudo, só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai, senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensina esse jogo da vida, onde a vida só paga pra ver
Pai, me perdoa essa insegurança, é que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo, nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu
Pai, eu cresci e não houve outro jeito, quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa e brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai, você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho, você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
A BC está semana é sobre "Presentes que desejei, mas que nunca ganhei"
Ultimamente não espero muito, ganhar coisas das pessoas, principalmente coisas materiais. Geralmente quando desejo muito ter algo, faço um esforço (rezo para nossa senhora do Master Card) para tentar comprar. Foi assim com meus últimos desejos: o iphone e o ipad.
Na minha listinha de desejos, na maioria, consta mais coisas da época de criança:
- Boneca Bate Palminha da Estrela
A cada aniversário e cada natal, era uma expectativa danada. Mas nunca ganhei.
- Bota da Xuxa
Como queria, essa bota. Desejava uma igual a que a Xuxa usava nos programas entre 1987 e 1988. Lembro que minha mãe comprou uma parecida. Mas o desejo era por uma igual.
- Um quarto rosa
Dividia o quarto com minha irmã. Sonhava ter um quarto só meu e na cor rosa. Nunca tive. Porem, quando soube que estava gravida de uma menina, Aninha, a primeira coisa que pensei foi no quarto rosa.
- Mini maquina de costura da Estrela
Minha mãe é costureira, quando criança adorava fazer as roupinhas das minhas bonecas. O problema é que minha mãe sempre reclamava ou implicava, dizia que tinha desalinhado o ponto ou entortado a agulha. E quando passava o comercial dessa maquina... sonhava ter uma..
- Patins
Sempre desejei um, mas minha mãe vivia dizendo que era perigoso. Quando meu irmão caçula pediu um para ela, e a mesma negou. Como já estava trabalhando, comprei para ele.
Nos dias atuais, queria muito ganhar ou me presentear, mas por enquanto eles são apenas desejos...
-Lavadora e secadora
Meu lado mãe e dona de casa, deseja muito...
- Para finalizar meu desejo e sonho de consumo
Este ano, de 1.º a 07 de agosto, esta sendo realizada a “Semana Mundial da Amamentação”. A iniciativa da Campanha é da Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno que tem como principal objetivo, reunir e facilitar ações que apoiem, promovam e protejam o direito à amamentação. Desde então, a cada ano a SMAM vem destacando aspectos diversos da alimentação infantil. Neste ano, a SMAM 2012 concentra-se nos resultados alcançados com a “Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância”, que foi adotada pela Organização Mundial de Saúde e Unicef há dez anos atrás.
Durante a gravidez de Serginho, lembro que perguntava as minhas amigas, que já eram mães, como era amamentar. Todas sempre vinham com a resposta que “amamentar é puro instinto”. Daí, o que é instinto?
Instinto, segundo o dicionário Aurélio da língua portuguesa, é o “fato inato de comportamento dos animais, variável segundo a espécie, caracterizado, em dadas condições, por atividades elementares e automáticas”.
Conforme o conceito, pode-se dizer que o ser humano, na condição de animal – não obstante racional – também apresenta instintos, bem definidos, na sua constituição. Entretanto, esse “racional” é que faz a diferença na apresentação dos instintos, “variando segundo as espécies”.
Agora vejamos o significados do termo racional: No sentido psicológico, racionalização significa procurar uma justificação ou uma interpretação racional para um processo psicológico ou social desencadeado por fatores irracionais.
Comparando ambas definições, observamos que o ato institivo de amamentar, presente também nos irracionais, pode ser racionalizado, justificado ou interpretado na espécie humana. Dessa forma, quando as mães questionam se vão ou não amamentar, passam a comandar o instinto, o que vale dizer que este cede toda vez que a inteligência se apresenta.
No irracionais só há instinto. Na espécie humana há instinto e inteligência...
Quando a mãe se decide a amamentar, é por escolha pessoal. No animal o instinto comanda , não dando direito a escolhas...
Na amamentação humana quem comanda é o Amor, e este é o requinte dos sentimentos e não pode ser considerado, jamais, como gesto instintivo.
O que podemos chamar de instinto na amamentação é o reflexo de sucção do bb...Este sim, é instinto...
Coloque-se um dedo na sua boquinha e ele passará a sugar instintivamente. Não há escolha, raciocínio.... Ele apenas suga....
Amamentar, caso fosse apenas instinto, para que tantas campanhas de conscientização materna quanto à necessidade de se amamentar seus bebês?
Amamentar na espécie humana, se aprende.
Afirmar que “Amamentar é puro instinto”, é quase tão absurdo quanto dizer que toda mulher nasceu para ser mãe. Amamentar está longe de ser algo simples. Pois, segundo a OMS, mulheres que recebem alguma orientação durante o pré-natal, amamentam duas vezes mais que as que não recebem. Quanto mais você estiver informada, se preparar (os cuidados começam na gestação) e souber lidar com os desafios que podem acontecer nas primeiras semanas, mais segurança vai sentir e melhor será sua adaptação. Mas a importância do seu leite é indiscutível: pesquisas mostram cada vez mais benefícios, como proteção contra câncer de mama na mãe e aumento de QI no bebê.

Como se vê, amamentar é , indubitavelmente, um gesto de inteligência, de escolha, de interpretação, enfim, de Amor...
Durante a gravidez de Serginho, lembro que perguntava as minhas amigas, que já eram mães, como era amamentar. Todas sempre vinham com a resposta que “amamentar é puro instinto”. Daí, o que é instinto?
Instinto, segundo o dicionário Aurélio da língua portuguesa, é o “fato inato de comportamento dos animais, variável segundo a espécie, caracterizado, em dadas condições, por atividades elementares e automáticas”.
Conforme o conceito, pode-se dizer que o ser humano, na condição de animal – não obstante racional – também apresenta instintos, bem definidos, na sua constituição. Entretanto, esse “racional” é que faz a diferença na apresentação dos instintos, “variando segundo as espécies”.
Agora vejamos o significados do termo racional: No sentido psicológico, racionalização significa procurar uma justificação ou uma interpretação racional para um processo psicológico ou social desencadeado por fatores irracionais.
Comparando ambas definições, observamos que o ato institivo de amamentar, presente também nos irracionais, pode ser racionalizado, justificado ou interpretado na espécie humana. Dessa forma, quando as mães questionam se vão ou não amamentar, passam a comandar o instinto, o que vale dizer que este cede toda vez que a inteligência se apresenta.
No irracionais só há instinto. Na espécie humana há instinto e inteligência...
Quando a mãe se decide a amamentar, é por escolha pessoal. No animal o instinto comanda , não dando direito a escolhas...
Na amamentação humana quem comanda é o Amor, e este é o requinte dos sentimentos e não pode ser considerado, jamais, como gesto instintivo.
O que podemos chamar de instinto na amamentação é o reflexo de sucção do bb...Este sim, é instinto...
Coloque-se um dedo na sua boquinha e ele passará a sugar instintivamente. Não há escolha, raciocínio.... Ele apenas suga....
Amamentar, caso fosse apenas instinto, para que tantas campanhas de conscientização materna quanto à necessidade de se amamentar seus bebês?
Amamentar na espécie humana, se aprende.
Afirmar que “Amamentar é puro instinto”, é quase tão absurdo quanto dizer que toda mulher nasceu para ser mãe. Amamentar está longe de ser algo simples. Pois, segundo a OMS, mulheres que recebem alguma orientação durante o pré-natal, amamentam duas vezes mais que as que não recebem. Quanto mais você estiver informada, se preparar (os cuidados começam na gestação) e souber lidar com os desafios que podem acontecer nas primeiras semanas, mais segurança vai sentir e melhor será sua adaptação. Mas a importância do seu leite é indiscutível: pesquisas mostram cada vez mais benefícios, como proteção contra câncer de mama na mãe e aumento de QI no bebê.

Como se vê, amamentar é , indubitavelmente, um gesto de inteligência, de escolha, de interpretação, enfim, de Amor...

7ª Blogagem Coletiva: “Os livros da minha vida”
Antes de SER MÃE considerava, até então, como momento mágico, o dia que me dei conta que sabia ler. Transbordei de felicidade ao devorar com os olhos e entender o que estava escrito no livro do Ziraldo (Menino Maluquinho). E como é bom ler …
1 – Menino Maluquinho (Ziraldo)
“Era uma vez um menino maluquinho, ele tinha o olho maior que a barriga, tinha fogo no rabo, tinha o vento nos pés”
2 – História do Mundo para as Crianças (Monteiro Lobato)
O livro conta a história do mundo, de uma forma leve. Dona Benta faz um apanhado da evolução humana, onde conta sobre a invenção do avião, dos deuses gregos etc.. Para se ter uma idéia, o livro inicia descrevendo como o mundo começou e termina falando na cidade japonesa de Hiroshima. Li esse livro quando tinha 10 anos – e todos da coleção Sitio do Pica-pau Amarelo. As vezes me perguntavam porque entendia os assuntos da disciplina Historia ,na escola, e respondia que era porque tinha lido esse livro.
Li esse livro da 5ª Série (11 anos) e fiquei fascinada pela historia dessa menina. Órfã de pai missionário, vai morar com a tia rígida e mal humorada em outra cidade, onde cativa a todos da comunidade com o seu “jogo do contente”, que havia aprendido com seu pai no dia que esperava ganhar uma boneca e ganhou um par de moletas. Seu Pai lhe explicou que não existia nada que não pudesse ter dentro de qualquer coisa, capaz de não nos fazer contente, e ela então ficou contente por não precisar ter que usar as moletas. Resumindo: Pollyana é uma menina encantadora que sempre vê o lado bom das pessoas e da vida. Ela não aceita desculpas para infelicidade e faz de tudo para ensinar as pessoas o caminho para superar a tristeza.
Obs.: A Walt Disney lançou o filme Pollyanna (tenho em casa), e é super fiel ao livro, foram poucas as modificações.
4 – Meninos Sem Pátria (Luiz Puntel)
Esse livro marcou, porque entendi um pouco sobre o que passou as vitimas da Ditadura Militar. Li na época das eleições do Collor, aquela euforia de elegerem, após muitos anos, um presidente civil - ainda não votava naquela época, só tinha 12 anos. O livro fala de Marcão, filho de jornalista perseguido por questões políticas. Eles têm que sair do Brasil e vão morar no Chile, e, posteriormente, devido ao Golpe Militar Chileno, se mudam para França. Na Europa Marcão faz amigos, seu pai arruma emprego, mas eles sabem que tudo é provisório e um dia eles poderão regressar ao Brasil.
5- E o Vento levou (Margaret Mitchell)
É o livro mesmo, muitos devem estar lembrando-se do filme. Lembro que não conseguia assistir o filme, pois dormia antes da metade. Um dia eu e minha irmã, na biblioteca pública de Lagarto (sim, Lagarto tinha uma), encontramos esse tesouro. Apesar de volumoso (mais de 900 paginas) a leitura é de fácil compreensão, retrato fiel da Guerra Civil Norte Americana (sul escravista e norte libertário), sem falar do romance entre Scarllet e Butler.
6 – Senhora (José de Alencar)
Na minha adolescência, marcou a personagem “Aurélia”, de José de Alencar. Como eu queria ser forte como ela. Ser desprezada pelo amado (trocada por 100 contos de reis de dote), dar a volta por cima e ainda humilhá-lo. Ah, não se fazem mais heroínas como antigamente. José de Alencar mostra, nesse livro, a hipocrisia da sociedade fluminense durante o segundo império.
Como economista não podia faltar no meu “acervo” mental - há ha ha ha ha- Mas não pensem que tenho boas lembranças desse livro depois de adotado por quatro disciplinas em um único período da faculdade. Na verdade é um conjunto com quatro livros ou volumes, Karl Marx, nessa obra critica o capitalismo, com seus conceitos econômicos complexos (como a mais valia, capital constante, capital variável), faz uma analise sobre o salário e a acumulação primitiva. Enfim fala sobre o modo de produção capitalista.
Depois de passar quatro meses dormindo, acordando, almoçando e jantado com o “CAPITAL”, só poderia amar ou odiar o pensamento Marxista. Pois bem eu odiei.
8 – Código da Vinci (Dan Brown)
Por que esse livro marcou? Consegui lê-lo em 1 hora! Isso mesmo, 60 minutos! Como prendeu minha concentração aquela leitura. Sou católica, e em momento algum achei que não fosse ficção o enredo da obra que fala de um assassinato dentro do Museu de Louvre, em Paris. Traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo.
9 – A vida do Bebê (Rinaldo de Lamare)
Esse tem sido meu melhor amigo, na minha jornada de mãe. O livro apresenta informações básica sobre a puericultura, que trata sobre os cuidados dos bebês de zero a dois anos, como também da patologia, onde as mamães encontram explicações sobre varias doenças. E o legal é que o autor não somente aponta os diagnósticos, ele também traz informações sobre o tratamento a ser ministrado. Sem falar das informações sobre o calendário de vacinação.
10 – O Mundo de Sofia (Jostei Gaarden)
Mas um livro que me trouxe conhecimento. Sofia Amudsen, personagem central desse livro, é uma jovem estudante que vê a sua vida mudar completamente por conta de cartas anônimas com as mais diversas questões existenciais: Quem é você? De onde você vem? Como começou o mundo? Ao escrever de forma nada erudita, com narrativas em estilo romancista, o autor nos conduz ao fantástico mundo da história da filosofia.
Bíblia Sagrada
Não poderia faltar esse na minha lista. Livro de leitura complexa e de difícil interpretação, realmente precisa de tempo, dedicação e de um estudo para compreendê-la. Mas a parte dos Salmos e Provérbios, vale como leitura diária. Tenho vários exemplares, esse é o ultimo que ganhei de uma amiga. Possui letras maiores e vem dentro de um estojo.
Obs. exceto a obra "E o vento levou", possuo todos os livros citados em minha casa.
Levante a mão aquele que não é consumista???
Hoje em dia é muito difícil não termos o hábito de consumir desnecessariamente. Quando criança, fui criada de maneira diferente da dos meus filhos. papel do presente, por exemplo, era guardado para embrulhar outros pacotes. Os livros eram forrados de maneira que podia-se usá-los no ano seguinte, lembro-me que os livros de minha irmã foram usados por mim. Refrigerantes só aos domingose aguá, era no filtro de barro. Atualmente vivemos uma geração do descarte. Mas, a quem culpar por isso, por esse nocivo habito de consumir?
Meu marido é consumista de carteirinha, então, infelizmente, Serginho adquiriu esse hábito. As vezes pego ele em frenta TV, diante de um comercial, falando que precisa comprar esse ou aquele brinquedo.
Sendo assim, que fazer? Como combater o prazer do consumo que é estimulado pela TV?
Confesso que não sei ... por isso estou abraçando a comapanha #desocupaCONAR, do pessoal www.infancialivredeconsumismo.com.br
Sou da opinião que não faz sentido apontar os pais como unicos culpados, sob a acusação de terem medo do NÃO aos filhos, quando o consumismo ensaia os primeiros passos.
A maioria das pessoas não tem noção do tamanho do problema que é o consumismo infantil aliado a bendita propaganda de TV. Então que o CONAR regulamente a publicidades para os nossos pequenos.

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