Hoje resolvi abir espaçoa para seguidores, por enquanto ainda não estou abrindo espaço para comentários. Afinal como dona do blog sou responsavel pelo que publicam aqui. Não tenho tempo para monitorar comentários, então o melhor remédios para futuras complicações é censura-los.

Dia 13 de abril é o Dia do Beijo e para comemorar a data nada melhor do que distribuir beijos para as pessoas que você gosta ou encher uma pessoa especial de beijinhos.
Há beijos fingidos ou frios, ardentes, por obrigação ou superdesejados. Existem os aderentes, provocantes, sonoros, secos e molhados. Existem, enfim, milhares de formas de beijar e neste assunto sempre haverá o que aprender.
Os beijos são a primeira estratégia de sedução. Depois de muitos olhares e palavras, o beijo é o primeiro passo para o contato físico. Por isso é superimportante que você saiba dar beijos adequados para cada momento e, também, saiba bem como beijar.
O beijo
É a forma mais simples de demonstrar de carinho, afeto, amor, amizade.
Movimenta 29 músculos, sendo que 17 músculos são da língua.
Queima o excesso de calorias.
Libera um hormônio chamado serotonina, que eleva o humor e produz uma sensação de bem-estar e felicidade.
Em uma época que é prática comum entre os beijoqueiros de carteirinha beijar primeiro e conhecer o dono da boca depois ou mesmo competir com amigos para ver quem beija mais em uma balada, quem tem o privilégio de ver o mundo desaparecer durante alguns segundos, sabe valorizar um bom beijo.
Um beijo nunca é igual ao outro. Nem mesmo beijando a mesma pessoa. O beijo bom vem da prática e da intimidade. Não há regras e mesmo que elas existissem, ninguém se lembraria na hora H.
Tipos de Beijos
O doce
O derretedor
O apaixonado
fingidos ou frios
ardentes
por obrigação
superdesejados
aderentes
provocantes
sonoros
secos
molhados
De língua,
Selinho
No rosto
Roubado
De amor
De irmão
De amigo
De pai
De mãe
Vale qualquer tipo de beijo para comemorar: de língua, selinho, no rosto, roubado, de amor. Beijo de irmão, de amigo, de pai e de mãe. História do beijo
Não se sabe quem instituiu o Dia do Beijo e nem ao certo quando o beijo surgiu. Há quem diga que foi no ano 500 antes de Cristo, na Índia. Já Charles Darwin acreditava que o beijo era uma evolução das mordidas que os macacos davam no parceiro nos ritos pré-sexuais.
Há também quem diga que o beijo surgiu das lambidas que os homens das cavernas davam em seus companheiros em busca de sal. Ou ainda uma variante de um gesto de carinho das mulheres das cavernas que mastigavam o alimento e o colocavam na boca de seus filhos pequenos.
Existem, enfim, milhares de formas de beijar e neste assunto sempre haverá o que aprender.
Os beijos são a primeira estratégia de sedução. Depois de muitos olhares e palavras, o beijo é o primeiro passo para o contato físico. Por isso é superimportante que você saiba dar beijos adequados para cada momento e, também, saiba bem como beijar.
15 coisas para FAZER ao beijar
1. Suavidade, sempre: mova seus lábios suavemente. É a melhor forma de quebrar o gelo
2. Suavidade, de novo: trate de seguir o ritmo da outra pessoa se é suave, ou impor o seu, se não está confortável, mas evite afobação
3. Não à mesmice: mude os movimentos da boca e da língua para descobrir sensações novas.
4. Boca limpa: escove sempre muito bem os dentes. Nada pior do que dentes sujos ou com tártaro.
5. O ambiente também importa: se você estiver planejando o primeiro beijo com aquela pessoa especial, escolha um momento romântico e um lugar legal. Os beijos sempre ficam melhores quando o resto ajuda.
6. Mantenha a expectativa: se beijar é bom, manter o interesse da outra pessoa é ainda melhor. Não fique beijando o tempo inteiro... saiba a hora de parar um pouco, conversar e dar um tempinho antes de começar de novo.
7. Diminua o ritmo na hora certa: antes de parar o beijo, dê uma esfriada nele. Não é muito legal deixar a outra pessoa na vontade...
8. Perfume, sim: um cheirinho agradável no pescoço sempre é legal. Mas cuidado para não exagerar...
9. Abrace e acaricie: ao beijar alguém, você não tem que parar de fazer tudo. Use as mãos para fazer carícias e abraçar a outra pessoa. Cafunés são fundamentais...
10 Relaxe!: a melhor forma de dar um bom beijo é disfrutá-lo e o sentir. Ou seja, não adianta ficar tremendo na hora H.
11. Escolha bem a pessoa: beijar por beijar nem sempre é legal. Escolha bem a pessoa, a ocasião... escolhas erradas sempre dão resultados ruins.
12. Use os dentes: umas mordidinhas nos lábios são bastante excitantes para a maioria das pessoas. Vá com calma, mas não deixe de experimentar.
13. Feche os olhos: assim você poderá se concentrar no que está fazendo. Fora que é muito desagradável beijar alguém que está sempre de olhos abertos... parece que está procurando outra pessoa mais interessante para beijar, não?
14. Sorria depois: mostre à outra pessoa que você gostou do beijo. Se você ficar com uma atitude séria, vai parecer que o beijo foi horrível.
15. Dê um selinho ao parar: quase todo mundo gosta. Depois de dar aquele beijo de parar o trânsito, ao terminar, volte e dê só um selinho. Isso deixa a outra pessoa com vontade de beijar mais...
Fonte: www.ufg.gov.br

Esse é um assunto tão sério, que é totalmente de mal gosto a atitude do Senador Roberto Requião dizer que sofre bullyind da imprensa. Quando criança não gostava quando me chamavam de magrela. Chorava bastante, não queria ir para escola. Superei, mas morro de medo que meus filhos passem por isso.
Encontrei esse texto no site Vilamulher . Vale a pena a leitura.
Desde pequenos, nem sempre com conotação maldosa, as crianças tendem a se tratar de acordo com suas características físicas e comportamentais. Para uma criança pequena, dizer que o coleguinha é gordinho, baixinho, birolho, aquela que bate, aquela que morde, ou outras características, servem apenas como forma de dar referência a um colega a partir de uma característica que eles perceberam ser peculiar a ele.
Cabe aos pais e professores, com igual responsabilidade, substituir as expressões que provocam constrangimento por outras quando possível, e conversar com a criança ou até com o grupo sobre determinadas características quando necessário. Não se deve esperar respeito das crianças umas com as outras, se as mesmas vivem em ambientes hostis, do tipo que maldizem os vizinhos e até familiares. A maior parte dos termos chulos que chegam em forma de ofensa nas salas de aula vieram dos pais, referendando pessoas com características semelhantes a que as crianças convivem.
Porém, mesmo com boa educação, não estamos livres de desentendimentos na escola ou até entre grupos de crianças e adolescentes, pois a ofensa moral faz parte das armas que o ser humano se utiliza para atacar e defender seus pontos de vista, mesmo com pessoas que aparentemente mantém bom relacionamento. Esse comportamento aparece naturalmente com a fala, e explica inclusive porque crianças pequenas mordem e batem nos seus colegas como forma de mostrar superioridade, poder e até para descarregar seus aborrecimentos. Ao adquirirem a linguagem, elas percebem que a ofensa verbal machuca tanto quanto a física.
Como pais, professores ou adultos responsáveis por um grupo de jovens ou crianças, pare agora e reflita: quantas vezes você interferiu em brigas dos seus filhos ou outras crianças, e dessas vezes quantas eram pequenas ofensas? Os adultos costumam castigar apenas quando as crianças se batem, mordem ou empurram, e normalmente aceitam as discussões que ouvem, mesmo com ofensas e palavrões.
As marcas de uma agressão física são externas e rapidamente percebidas, diferente da agressão moral, que nem sempre mostra suas conseqüências rapidamente. As pessoas que sofrem silenciosamente esse tipo de agressão são as mais propensas a desencadear as características do bullying, por isso é muito importante a criança e o adolescente sentirem-se à vontade e obterem atenção necessária para relatar suas vivências do dia-a-dia. São através desses relatos que os pais e professores podem perceber, ajudar e interferir se possível na mudança de comportamento não só do agressor, mas principalmente do agredido, que jamais deve silenciar qualquer ofensa recebida.
Michelle Maneira é pedagoga, com pós-graduação em psicopedagogia e especialização em tecnologias educacionais, professora de educação infantil da rede pública.
Encontrei esse texto no site Vilamulher . Vale a pena a leitura.
Desde pequenos, nem sempre com conotação maldosa, as crianças tendem a se tratar de acordo com suas características físicas e comportamentais. Para uma criança pequena, dizer que o coleguinha é gordinho, baixinho, birolho, aquela que bate, aquela que morde, ou outras características, servem apenas como forma de dar referência a um colega a partir de uma característica que eles perceberam ser peculiar a ele.
Cabe aos pais e professores, com igual responsabilidade, substituir as expressões que provocam constrangimento por outras quando possível, e conversar com a criança ou até com o grupo sobre determinadas características quando necessário. Não se deve esperar respeito das crianças umas com as outras, se as mesmas vivem em ambientes hostis, do tipo que maldizem os vizinhos e até familiares. A maior parte dos termos chulos que chegam em forma de ofensa nas salas de aula vieram dos pais, referendando pessoas com características semelhantes a que as crianças convivem.
Porém, mesmo com boa educação, não estamos livres de desentendimentos na escola ou até entre grupos de crianças e adolescentes, pois a ofensa moral faz parte das armas que o ser humano se utiliza para atacar e defender seus pontos de vista, mesmo com pessoas que aparentemente mantém bom relacionamento. Esse comportamento aparece naturalmente com a fala, e explica inclusive porque crianças pequenas mordem e batem nos seus colegas como forma de mostrar superioridade, poder e até para descarregar seus aborrecimentos. Ao adquirirem a linguagem, elas percebem que a ofensa verbal machuca tanto quanto a física.
Como pais, professores ou adultos responsáveis por um grupo de jovens ou crianças, pare agora e reflita: quantas vezes você interferiu em brigas dos seus filhos ou outras crianças, e dessas vezes quantas eram pequenas ofensas? Os adultos costumam castigar apenas quando as crianças se batem, mordem ou empurram, e normalmente aceitam as discussões que ouvem, mesmo com ofensas e palavrões.
As marcas de uma agressão física são externas e rapidamente percebidas, diferente da agressão moral, que nem sempre mostra suas conseqüências rapidamente. As pessoas que sofrem silenciosamente esse tipo de agressão são as mais propensas a desencadear as características do bullying, por isso é muito importante a criança e o adolescente sentirem-se à vontade e obterem atenção necessária para relatar suas vivências do dia-a-dia. São através desses relatos que os pais e professores podem perceber, ajudar e interferir se possível na mudança de comportamento não só do agressor, mas principalmente do agredido, que jamais deve silenciar qualquer ofensa recebida.
Michelle Maneira é pedagoga, com pós-graduação em psicopedagogia e especialização em tecnologias educacionais, professora de educação infantil da rede pública.
Começando a semana pensando no meu quarto. Depois de seis meses tendo ele como comodo que mais permaneço na casa, quero modificá-lo. Claro que tenho que adaptar as idéias para o modo off - "com pouca grana", mas inspiração não está faltando.
Algumas idéias tiro da comunidade minha casa (Lá tem muito mais). Acho o quarto um cantinho todo especial do Lar doce lar, que merece toda a nossa atenção, na hora de decorar. É super importante que o ambiente esteja aconchegante e confortável de acordo com os nossos desejos, afinal é lá que vamos descansar todos os dias. E para mim o quarto é aquele lugar que eu amo pensar na vida e ter boas ideias.






Sempre que Aninha dorme, eu ligo a tv e dou uma olhadinha no Canal FashionBrasil , e esses dias só se falava na 12ª edição do Fashion Weekend Kids, que aconteceu em São Paulo, no Shopping Iguatemi, no último final de semana, o consagrado evento fashion do setor infantil idealizado e comandado por Ana Cury. Várias marcas desfilaram suas coleções de inverno 2011 para uma platéia cheia de pais orgulhosos.Entre elas, a Maria Bonitinha, com a mesma inspiração da MB Extra, o universo do ballet.



Armado com duas armas, Wellington Menezes de Oliveira, 23, entrou na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo (zona oeste do Rio), e disparou vários tiros contra os alunos, na manhã desta quinta-feira. Dez meninas e dois meninos morreram.
A tragédia ocorreu por volta das 8h30 do dia 7 de abril, após Wellington entrar na escola onde cursou o ensino fundamental e dizer que buscaria seu histórico escolar. Depois, disse que daria uma palestra e, já em uma sala de aula, começou a atirar nos alunos.
Relatos de sobreviventes afirmam que ele mirava na direção nas meninas. Uma das alunas contou aos policiais que, ao ouvir apelos para não atirar, Oliveira mirava na direção delas, tendo como alvo a cabeça.
Os policiais informaram ainda que, pelas análises preliminares, há indicações de que Oliveira treinou para executar o crime.
Durante o tiroteio, um garoto, ferido, conseguiu escapar e avisar a Polícia Militar. O policial Márcio Alexandre Alves relatou que Oliveira chegou a apontar a arma para ele quando estava na escada que dá acesso ao terceiro andar do prédio, onde alunos estavam escondidos. O policial disse ter atirado no criminoso e pedido que ele largasse a arma. Em seguida, Oliveira se matou com um tiro na cabeça.
De acordo com a polícia, o atirador usou dois revólveres e tinha muita munição. Além de colete a prova de balas, usava cinturão com armamento. Em carta (leia íntegra aqui), o criminoso fala em "perdão de Deus" e diz que quer ser enterrado ao lado de sua mãe.
Fonte: folhaonline


